sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Português - Professora Thiara –7º ano, 8º anos e 9ºano - Aula intersséries (3º bimestre)

 Olá Pessoal! Tudo bem com vocês?? 

Prontos para mais uma atividade? 


Você sabia que Poesia e Poema são coisas diferentes? Vamos aprender um pouquinho sobre isso!!


Normalmente as pessoas acham que poesia é aquele texto escrito em versos, mas não!

O poema é um texto escrito em versos, já a poesia é qualquer forma de arte que desperte emoções no seu apreciador (leitor).

Vejamos:

                                                     Retirantes, Portinari (1959)

Catar feijão João Cabral de Melo Neto


Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.


Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.

Fonte: https://www.passeiweb.com/estudos/livros/catar_feijao/


Escultura de areia, imagem retirada da internet


Imagem retirada da internet

Clave de Ana, Poema Visual ou Poema concreto




Normalmente quando se fala do texto escrito em versos, dizem que são poesias, mas não é bem assim, como pudemos apreciar acima, vimos várias formas de poesia e também poemas.

As poesias são qualquer forma de manifestação artística, formas de expressar o que sentimos, o que somos, o que queremos, que podem ou não ser poemas, em um sentido amplo, podem ser: esculturas, fotografias, versos, colagens, desenhos, pinturas, entre outras tantas formas de expressão dos sentimentos e emoções.

Já os poemas fazem parte da literatura, são construídos com versos, estrofes, fazem parte do mundo das letras, das palavras, mostram suas variações dos sentimentos e emoções com textos.

  O que é poema?

O poema é um gênero textual literário formado por versos. O verso corresponde a uma linha do poema e um conjunto de versos é chamado de estrofe.

O poema pode apresentar uma estrutura fixa, como é o caso do soneto (formado por dois tercetos e dois quartetos), porém pode apresentar uma estrutura livre, como é o caso dos poemas modernistas.

Para ilustrar melhor esse exemplo, veja abaixo um poema de forma fixa e um poema de forma livre:

Poema de forma fixa

Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...

Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: "meu filho!",
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

(Língua Portuguesa, Olavo Bilac)


O que é poesia?

A poesia é uma criação artística e que pode estar relacionada com a literatura, no entanto, possui uma abrangência maior que o poema. Uma obra de arte, por exemplo, possui poesia, mas não é considerada um poema.

O Grito é uma série de quatro pinturas do norueguês Edvard Munch, 1893. 


Isso porque representa uma criação artística produzida por alguém que provoca sensações, emoções e sentimentos no receptor. Entretanto, não utiliza a palavra como matéria-prima, que é o caso do poema.

Tipos de poesia

Alguns exemplos de poesia são:

  • Literatura
  • Fotografia
  • Escultura
  • Pintura
  • Arquitetura
  • Arte urbana
  • Arte digital
  • Músicas
  • Filmes
  • Publicidade

Contribuições:
Daniela Diana
Daniela Diana
Licenciada em Letras pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2008 e Bacharelada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2014. Amante das letras, artes e culturas, desde 2012 trabalha com produção e gestão de conteúdos on-line.


PROPOSTA DE ATIVIDADE

Atividade da semana!

1. Varal de poesia

Agora que você já sabe o que é poesia, encontre uma forma de poetizar sobre o setembro amarelo, e depois poste na página do Setembro Amarelo, é só clicar no link e postar a sua atividade, não se esqueça de colocar nome e série, para eu saber que você concluiu a atividade da semana.

https://padlet.com/guilherminoatividades/Bookmarks - Este é o mural para você postar a sua atividade! Lembre-se que o mais importante é você criar a sua forma de poetizar sobre o tema apresentado, não serão aceitas atividades copiadas, nem clonadas de outros alunos ou mesmo plágio. 

Crie, inove, pense, saia da casinha!  

2. Em seu caderno, com a sua letra, redija um texto (com título), de 8 a 12 linhas explicando qual a diferença entre poema e poesia. Depois envie sua resposta em particular para a professora Thiara.


Quer saber mais sobre os gêneros literários? Se liga no vídeo abaixo:



Dúvidas pelo e-mail: guilherminoatividades@gmail.com / aqui pelo blog no final da página / pelo Zap no grupo da sala. 
 

História - Professora Anne - 6 ano B C - Aula 03 (3 bimestre)

Bom diaaaaa Amarinhos !!!!! estamos chegando no fim !!!!! 

Na aula anterior falamos sobre o Império Romano e suas conquistas, nessa aula falaremos sobre Os Povos e Culturas das Terras Banhadas pelo Mediterrâneo. Então o que é isso ? significa que nesta aula vamos aprender sobre os povos que foram conquistados e colonizados pelos Romanos ou que chamamos também de Império Romano do Oriente que devia a suas crenças e culturas sobreviveu mais tempo do que o Império Romano do Ocidente que passava por muitas brigas pelo trono, todos queriam ser Rei, o que acabava deixando a população instável. Essa população que morava em torno do Mar Mediterrâneo nós chamamos de Bizantinos, porque eram liderados Constantino, o Imperador. Ainda nessa época não existia o que chamamos hoje de Europa, mas o território estava ali e sendo construído, essa parte de terra banhada pelo mediterrâneo é onde hoje temos Turquia, Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Russia e outro, a cultura desses povos é muito rica principalmente quando falamos de Turquia que tem uma população Muçulmana, que nos tempos de Império sofria retaliações por pressão do Império Romano do ocidente que tinha e queria que todos o Império fosse Cristão, assim surgiram as Cruzadas, 8 batalhas entre o Cristianismo Romano Ocidental, contra costumes e religiosidades diferentes do Império Romano do Oriente. Mas claro que isso é um resumo pra vocês lindos saberem do que a gente está falando!!! bora assistir o vídeo pra gente entender legal como funciona essa parte da história do Império Romano. 


Vamos testar o que aprendemos no Vídeo !! ??



A-) Que posição o Imperador Justiniano ocupa na imagem ?

B-) Quem são os personagens a Direita?

C-) Quem são os personagens a esquerda?

Agora vamos descomplicar, esse tema é bastante detalhista, então vamos assistir ao Vídeo a seguir e responder as atividades em seguida ... !!!





Segue o vocabulário !!

Germanos: habitantes da Germania, área situada ao norte dos rios Reno e Danúbio. 

Messias: termo em hebraico, significa "o ungido", ou seja, o sagrado o puro. No sentido religioso, é associado ao salvador. 

Comitatus: o mesmo que séquito militar, isto é, unidade militar formada por guerreiros fiéis a um chefe. 

Ceilão: atual Siri Lanka, "ilha do Leão", foi território português por 153 anos. Está situado no Oceano Índico, ao sul da Índia. 

Iconoclasta: pessoa contraria a idolatração de ícones, pessoa que destrói imagens. 

Cristandade: comunidade cristã, conjunto de povos e países tidos como cristão. 

Eslavos: grupos humanos que habitavam a Europa central e oriental há cerca de 5 mil anos. Entre seus descendentes atuais estão os russos, os sérvios, os poloneses entre outros. 

Islamismo: religião monoteísta fundada por Maomé no que hoje é a Arábia Saudita. 

Muçulmano: do árabe muslim, "submetido a Deus". 

Hégira: segundo um historiador a palavra não tem apenas sentido negativo de fuga de Meca, mas o positivo da busca de proteção, estabelecendo-se um lugar que não o seu próprio (Hourani, Albert. Uma história dos povos árabes)

Omídias: importante família da cidade de Meca, cujo governo se estendeu de 661 a 750. 

Grande Mar: nome dado ao Mediterrâneo pelos especialistas no estudo desse grande Mar. 

Nota de Crédito: documento comercial emitido por um vendedor a um comprador que não recebeu ou devolveu o que comprou. 


Agora como vocês são MARAVILINDOSSSSSSS!!!! ... seguimos nas atividades !!! 


ATIVIDADE - Leia com atenção e responda no caderno !!







Dúvidas pelo e-mail: guilherminoatividades@gmail.com / aqui pelo blog no final da página / pelo Zap no grupo da sala. 



 


quarta-feira, 9 de setembro de 2020

História - Professora Anne - 8 ano A - Aula 02 (3 bimestre)

 Boommm diaaaaaaaaa !!!

Em um passado não tão distante assim, lá pela aula 01 estávamos falando sobre o processo de independência do Brasil e todas as conturbações que o Imperador Dom Pedro passou durante o tempo que esteve no Brasil como Imperador. Para manter o poder no Brasil Dom Pedro I voltou para Portugal já que sua popularidade já não era das melhores nas terras Tupiniquins e deixou em seu lugar como representante Dom Pedro II um menino de 05 anos que nada sabia sobre politica ou sobre os embrolhos do seu pai com políticos e a aristocrática no Brasil, para tanto um garoto não podia representar um país sozinho,assim surgiram as Regências ou Período Regencial  que é justamente o que iremos estudar nessa aula. Se liga na Vídeo aula. 



Afeeeeeee complicou??? Então descomplica ... 





SE liga no Vocabulário: 

Regência Trina - Três regentes, ou seja três pessoas governando ao mesmo tempo é como se tivéssemos três presidentes. 

Regência Una - um regente ou seja só uma pessoa governava como é hoje um presidente. 

Centro: expressão utilizada na época para denominar o governo central sediado no Rio de Janeiro. 

Restauradores ou Caramurus: Defendiam a volta de Dom Pedro I ao poder. Eram contrários a reformas sociais. 

Moderadores ou chimangos: defendia a manutenção de privilégios  das elites províncias e a monarquia constitucional.

Exaltados ou farroupilhas: defendiam o federalismo (garantia de autonomia politica e econômica para as províncias) parte deles era favorável a Republica. 

Revoltas do período Regencial: 

Cabanagem: 1835 - 1840 / Grão Pará 

Guerra dos Farrapos: 1835 - 1845 / Rio Grande do Sul e Santa Catarina

Revolta dos Malês: 1835 / Bahia

Sabinada: 1837 - 1838 / Bahia

Balaiada: 1838 - 1841 / Maranhão e Piauí

ATIVIDADE 1 - Anita Garibalde era uma mulher forte, destemida que lutou ao lado das tropas Farroupilhas durante todo o período de Revolução. Leia atentamente o texto e responda no caderno as atividades. 


ATIVIDADE 2 - Leia as atividades e respondam no caderno. 



ATIVIDADE 3 - Integrando com Artes, observe a imagem e responda as questões. 




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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Português - Professora Thiara – 8º anos A, B, C - Aula 01 (3º bimestre)

 Olá pessoal! Vamos aqui com mais uma etapa das aulas online de Língua Portuguesa! 

Vozes do Verbo

Agora que você já assistiu ao vídeo, vamos a nossa explicação para entender melhor!!


Vozes verbais ou Vozes do verbo são a forma como os verbos se apresentam na oração a fim de determinar se o sujeito pratica ou recebe a ação. Elas podem ser de três tipos: ativa, passiva ou reflexiva.

Vejamos:

                                                        a) A máquina dominará o homem.  

Nesta frase, o verbo (dominará) relaciona-se diretamente com o sujeito (A máquina), indicando com ação praticada por ele mesmo, o sujeito. Nesta frase, o sujeito agente, ou seja, aquele que pratica a ação expressa pelo verbo, por isso dizemos que o verbo está na voz ativa.

O verbo estará na voz ativa sempre que o sujeito (agente) praticar a ação.

Se o sujeito for agente, o verbo estará na voz ativa.

                 b) O homem será dominado pela máquina.  

Na frase B, a ação é representada pela locução verbal (será dominado), relacionada com o sujeito (o homem), que  recebe a ação indicada pelo verbo, sujeito paciente Por isso, dizemos que o verbo se encontra na voz passiva.

O verbo estará na voz passiva sempre que o sujeito (paciente) sofrer a ação.

Se o sujeito for paciente, o verbo estará na voz passiva.

 c) O homem feriu-se na máquina

Esta última frase, o verbo (feriu) acompanhado do pronome (se) indica que o sujeito (o homem) praticou e recebeu (ao mesmo tempo) a ação do verbo. Por isso, dizemos que a voz do verbo é reflexiva.

O verbo estará na voz reflexiva quando a ação verbal for ao mesmo tempo, praticada e sofrida pelo sujeito.

Se o sujeito for , ao mesmo tempo, agente e paciente, o verbo estará na voz reflexiva.


Vamos nos aprofundar na voz ativa que é a primeira das três vozes verbais. Os verbos sofrem flexão em número, pessoa, modo, tempo e voz. 

Características da voz ativa

A principal característica da voz ativa é que o sujeito gramatical é o agente da ação. ou seja, a ação expressa pelo verbo é praticada pelo sujeito da oração.

Eu li o livro. 
Quem leu? Eu (sujeito)
Li = verbo na voz ativa

Mariana e Pedro saíram para o trabalho.
Quem saiu? Mariana e Pedro (sujeito)
Saíram = verbo na voz ativa

A voz passiva - pode ser analítica e sintética

VOZ PASSIVA ANALÍTICA 
A voz passiva analítica ocorre quando a ação do verbo é representada por uma locução verbal, isto é, uma expressão formada por dois ou mais verbos, sendo m auxiliar (ser, estar, ficar etc.) e um verbo principal no particípio passado.
Observe:
                                              A Terra               foi invadida        pelos marcianos
sujeito           locução verbal               agente da
                                               paciente                                                passiva

Perceba que o sujeito paciente (A Terra) recebe a ação indicada pela locução verbal (foi invadida), praticada pelo agente da passiva (os marcianos).

Agente da passiva é o termo que pratica a ação do verbo que está na voz passiva.

O agente da passiva virá sempre precedido por uma preposição ou contração (por, pelo, pela, pelos, e às vezes, de). O agente da passiva poderá estar "escondido" na oração (verbo), isto é, sujeito oculto. Sabemos que, mesmo oculto, o agente praticante da ação verbal existe. 
Exemplo:

                                              Os alunos     fizeram       as lições. (voz ativa)
                                                  sujeito        verbo          objeto
                                                  agente      transitivo       direto
                                                  (ativo)        direto

                                               As lições     foram feitas. (voz passiva)
                                                 sujeito          locução 
                                               paciente         verbal
                                                passivo
Na oração que está na voz passiva, o agente da passiva (os alunos) pratica a ação, apesar de estar oculto. É importante dizer que: a voz passiva, na verdade, deve ser usada quando queremos dar maior importância ao objeto direto (ativo), que se transforma em sujeito (passivo).

VOZ PASSIVA SINTÉTICA
A voz passiva é sintética quando a ação do verbo é representada pela 3ª pessoa (singular ou plural) mais o pronome SE (pronome apassivador). (O verbo deve ser transitivo direto ou transitivo indireto)
Exemplos: 
                                                              pronome apassivador 
                                                 Elogiou-se       o seu trabalho.
                                                  verbo na         sujeito paciente
                                                  3ª pessoa singular

                                                            pronome apassivador
                                                Fazem-se             tortas de chocolate.
                                                 verbo na              sujeito paciente
                                                3ª pessoa plural

Veja que existem os sujeitos pacientes (o seu trabalho e tortas de chocolate) que sofrem a ação verbal, mas quem praticou essas ações dos verbos (elogiou e fazem) não apareceu. É importante dizer que: quando o pronome SE acompanha um verbo transitivo direto, ele é o pronome apassivador (ou partícula apassivadora). Nesse caso, sempre existirá o sujeito paciente na oração e o verbo concordará sempre com ele.
Exemplo:
                                                           pronome apassivador
                                                 Aluga-se     casa.                   (= casa é alugada)
                                                  VTD          sujeito paciente

Diferença entre a voz ativa e a voz passiva

A diferença entre a voz ativa e a voz passiva é que na voz ativa o sujeito pratica a ação expressa pelo verbo e na voz passiva o sujeito sofre a ação expressa pelo verbo.

Frase na voz ativa:
O menino comeu o iogurte.
Frase na voz passiva:
O iogurte foi comido pelo menino.

A frase na voz passiva resulta da transformação da frase na voz ativa. 

O menino (sujeito) comeu (voz ativa) o iogurte (objeto direto).
O iogurte (sujeito) foi comido (voz passiva) pelo menino (agente da passiva).

Conversão da voz ativa na voz passiva

Voz ativa: A diretora marcou uma reunião.

Na passagem da voz ativa para a voz passiva analítica:

  • O sujeito passa a ser o agente da passiva.
  • O objeto direto passa a ser o sujeito da passiva.
  • O verbo transitivo passa a ser uma locução verbal formada por um verbo auxiliar e o particípio de um verbo principal.

Voz passiva analítica: A reunião foi marcada pela diretora.

Na passagem da voz ativa para a voz passiva sintética:

  • O objeto direto passa a ser o sujeito da passiva.
  • O sujeito passa a ser a partícula apassivadora se.
  • Não há agente da passiva.

Voz passiva sintética: Marcou-se a reunião.

Contribuição retirada do site

Flávia Neves
Professora de Português

Se ainda há dúvidas vamos a mais este vídeo, assista-o com bastante atenção!!



Resumão
Vozes do verbo

Dá-se o nome de voz à forma assumida pelo verbo para indicar se o sujeito gramatical é gente ou paciente da ação. São três as vozes verbais:

a) Ativa: quando o sujeito a, isto é, pratica a ação expressa pelo verbo.

Por exemplo: Ele fez o trabalho.

b) Passiva: quando o sujeito é paciente, recebendo a ação expressa pelo verbo.

Por exemplo: O trabalho foi feito por ele.

c) Reflexivo: quando o sujeito é ao mesmo tempo agente e paciente, isto é, pratica e recebe a ação.

Por exemplo: O menino feriu-se. 

                     Os lutadores feriam-se. (um ao outro)


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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Português - Professora Thiara – 9º ano B - Aula 01 (3º bimestre)

Pessoal, chegamos ao 3 bimestre!! Iniciamos esse bimestre falando sobre Período Simples e Composto!! 
Vamos lá...


Tipos de Período
Quando um período tem mais de uma oração, chama-se período simples (oração absoluta, única). Quando o período tem mais de uma oração, chama-se período composto. O período composto pode ser dividido em orações coordenadas ou subordinadas. Mas o que é mesmo um período?? Período é o mesmo que uma oração, que vai da letra maiúscula até o ponto. Exemplo:

Vamos ao shopping? (Um verbo, uma oração, portanto é um período simples)

Comi pão de queijo no café da manhã e bebi suco natural.  (Dois verbos, duas orações, porém são independentes, portanto um período composto)

VAMOS DO COMEÇO PARA RELEMBRAR DE UMA FORMA MAIS CLARA!

A frase que contém um verbo chamamos de oração, que pode ou não ter um sentido completo.Veja: 

"Entre uma frase e uma oração, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito de nos torturar com um aposto."

Temos aí uma frase com três orações que, consideradas isoladamente, perdem o sentido, sabemos o número de orações pelo número de verbos, sendo assim a frase acima é considerado um período (perceba que vai da letra maiúscula até o ponto).
O período pode ser simples ou composto.

O período simples quando apresenta apenas uma oração: 
           "Um dia, passarei horas com meus livros." (apenas um verbo; logo, uma única oração)

O período composto quando apresenta mais de ma oração:
            "Tomei uma decisão importante: não assinarei mais meu nome todo em suas atas." (dois verbos; duas orações)

PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO

O período composto por coordenação são orações independentes entre si, ou seja, uma não depende da outra para ter sentido. Vejamos:
Estive em Minas Gerais e visitei Ouro Preto. (Dois verbos, duas orações, porém independentes: Estive em Minas Gerais. Visitei Ouro Preto." São, portanto, coordenadas.)

ORAÇÕES COORDENADAS ASSINDÉTICAS
As orações coordenadas podem vir ligadas ou não por uma conjunção. Quando vêm separadas apenas por vírgula, são chamadas de coordenadas assindéticas. Exemplo:

O homem chegou, arrumou as malas e partiu.
Temos três verbos; portanto, três orações. AS duas primeiras são coordenadas assindéticas, pois não apresentam conjunção. A terceira ("e partiu") é coordenada sindética, pois tem a conjunção aditiva e.

ORAÇÕES COORDENADAS SINDÉTICAS
Existem 5 tipos de oração coordenada sindética, como veremos a seguir.

Oração coordenada sindética aditiva
O nome aditiva se deve ao fato de ela relacionar-se à adição, à soma de uma ideia a outra. Esse tipo de oração é introduzido geralmente pelas seguintes conjunções: e, nem, também, não só... mas também, como também. Exemplo:
Na última férias, não fui ao campo nem matei saudade da praia. (a parte vermelha = oração coordenada sindética aditiva)

Oração coordenada sindética adversativa
Quando falamos em adversidade, estamos nos referindo a algo que era esperado e não aconteceu. As conjunções adversativas mais comuns são: mas, porém, todavia, contudo, no entanto, entretanto. Exemplo:
Eu ia fazer meu trabalho à noite, mas faltou luz. (a parte vermelha= oração coordenada sindética adversativa)

Oração coordenada sindética alternativa
Como o próprio nome diz, essas orações indicam escolha ou alternância. As principais conjunções são: ou, ou... ou, ora... ora, já... já, quer... quer. Exemplos:
Ou você lê as mensagens ou assiste tevê. (orações coordenadas sindéticas alternativas)

Oração coordenada sindética explicativa
Essa oração explica um fato ocorrido ou que ainda poderá ocorrer. As principais conjunções explicativas são: pois (antes do verbo), porque, que. Exemplo:
Não me telefone, pois não estarei em casa. (a parte vermelha = oração coordenada sindética explicativa)

Oração coordenada sindética conclusiva
Esse tipo de oração encerra, ideia de conclusão ou consequência, as principais conjunções conclusivas são: logo, pois (depois do verbo), portanto, por isso, assim. Exemplo: 
Não temos chuva; logo, a terra está seca. (a parte vermelha = oração coordenada sindética conclusiva)



PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO

O período composto por subordinação são orações dependentes uma da outra, ou seja, uma depende da outra para ter sentido completo. Vejamos:
Estamos entendo o conteúdo mas é muito longo. (dois verbos, duas orações, mas a segunda depende da primeira para ter sentido completo, sempre ligadas por uma conjunção subordinativa)
De acordo com a função que exercem na frase, as orações subordinadas dividem-se em: substantivas, adjetivas e adverbiais.



ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS

As orações subordinadas substantivas têm esse nome justamente por desempenharem a função de substantivo, que podem ser: sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicativo, aposto.
Quando fizer a análise, use o mesmo processo do período simples e imagine que esses termos da oração podem estar presentes, mas contendo um verbo em seu interior. Exemplos:
 (sujeito =)O estudo é necessário. 
É necessário que eu estude. (sujeito com verbo = oração)
Vamos, então, ver que nomes recebem esses termos quando formam oração, normalmente introduzidas pelas conjunções integrantes que ou se.

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA SUBJETIVA
A oração subordinada substantiva subjetiva é, na verdade, o sujeito que contém um verbo, ou seja, é a que funciona como sujeito de outra oração. Vamos retomar a frase: 
(Oração principal =) É necessário que eu estude. (=oração subordinada substantiva subjetiva)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OBJETIVA DIRETA
A oração subordinada substantiva objetiva direta é o objeto direto que contém um verbo, ou seja, é aquela qe funciona como objeto direto do verba da oração principal. Exemplo:
(Oração Principal =) Vejo que as coisas não andam muito bem no país. (= oração subordinada substantiva objetiva direta)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OBJETIVA INDIRETA
A oração subordinada substantiva objetiva indireta é a que funciona como objeto indireto do verbo da oração principal, antes das conjunções integrantes que ou se sempre haverá uma preposição. Exemplo:
(Oração Principal =) Esqueci-me de que você faria aniversário hoje. (= oração subordinada substantiva objetiva indireta, observe que antes da conjunção que há a preposição de)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA COMPLETIVA NOMINAL
A oração subordinada substantiva completiva nominal é a que funciona como complemento nominal de um termo de outra oração. 
(Oração principal =) Tenho esperança de que os jovens superem os erros dos adultos. (= oração subordinada substantiva completiva nominal)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA PREDICATIVA
A oração subordinada substantiva predicativa funciona como predicativo do sujeito do verbo da oração principal, ou seja, uma qualidade do sujeito que está na oração principal. Exemplos:
(Oração principal =) O objetivo da festa era que todos se divertissem. (= oração subordinada substantiva predicativa)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA APOSITIVA
A oração subordinada substantiva apositiva é aquela que exerce a função de aposto de um termo de outra oração. Assim como o aposto, a O S S Apositiva vem geralmente após dois pontos. Exemplo: 
(Oração Principal =) Sobre o governo só digo uma coisa: que até hoje não acreditei em nenhum. (= oração subordinada substantiva apositiva) 



ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS

Assim como temos as orações que desempenham funções próprias dos substantivos, temos aquelas que funcionam como adjetivos. Exemplos:

Este é um filme que comove. (= oração adjetiva)
Como você pode observar, a oração adjetiva é nada mais que um adjetivo que contém um verbo. Esse tipo de oração é sempre introduzido por um pronome relativo, que são: que, o qual, quem, onde, cujo (e suas variações de gênero e número)

Existem apenas dois tipos de oração subordinada adjetiva: restritiva e a explicativa.
 
ORAÇÃO SUBORDINADA RESTRITIVA
Observe: 
              A família que trabalha unida permanece unida.
 oração subordinada  
adjetiva restritiva
Se tirarmos da frase a oração subordinada adjetiva restritiva, estaremos afirmando que toda e qualquer família permanece unida, quando a intenção é restringir, limitar o sentido: é apenas que trabalha unida.
Portanto, a oração subordinada adjetiva restritiva é aquela que restringe, limita o sentido do termo que modifica.

ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA EXPLICATIVA
A oração subordinada adjetiva explicativa, diferentemente da restritiva, não é indispensável ao significado da frase e vem sempre separada por vírgula. Exemplo:
                     Os indígenas, que foram tão enganados, praticamente se extinguiram.
oração subordinada 
adjetiva restritiva
Vejam bem, se tirarmos a oração subordinada adjetiva explicativa, a frase continuará verdadeira, portanto, a oração subordinada adjetiva explicativa é aquela que apresenta um esclarecimento ou chama a atenção para determinada característica do termo a que se refere.



ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS


Vamos estudar as orações que desempenham o papel de advérbio. Exemplo:

Quando chegar o ônibus das duas, eu já estarei longe.
oração subordinada adverbial                             
Nesse caso, a subordinada adverbial representa a ideia de tempo e é, por isso, chamada de subordinada adverbial temporal.
Apesar de mais simples, essas orações são em maior número e podem ser introduzidas por diversas conjunções. Vejamos:

NOME

PRINCIPAIS CONJUNÇÕES

IDEIA

EXEMPLO

Catusal

Porque, porquanto, pois que, já que, visto que

causa

Já que você insiste, pode partir.

Comparativa

Tal... qual, tanto... quanto, menos que, assim como, bem como, como se, que nem

Comparação

Você fala como um papagaio. (geralmente não há necessidade de repetir o verbo)

Concessiva

Embora, conquanto, ainda que, mesmo que, posto que, se bem que, por mais que, apesar de que, nem qe

Concessão, condescendência

Embora estivesse resfriado tomou sorvete.

Condicional

Se, caso, salvo se, a menos que, desde que, a não ser que, contato que

Condição

Se não chover logo, faltará água.

Conformativa

Conforme, segundo, consoante

Conformidade

Segundo me disseram, o professor de português faltou.

Consecutiva

Tal... que, tanto... que, de forma que, de modo que, de sorte que

Consequência

Já escrevi tanto que estou com o braço doendo.

Final

Para que, a fim de que

Finalidade

Estude para que não repita de ano.

Proporcional

À proporção que, à medida que, quanto mais... mais, quanto menos... tanto mais

Proporção

Quanto mais eu falo, menos você ouve.

Temporal

Quando, antes que, até que, logo que, assim que, desde que, depois que

Tempo

Desde que cheguei aqui, nunca mais choveu.



É IMPORTANTE RESSALTAR QUE OS PERÍODOS COMPOSTOS TERÃO SEMPRE A ORAÇÃO PRINCIPAL E A OUTRA QUE SERÁ INTRODUZIDA POR UMA CONJUNÇÃO CHAMAREMOS DE ORAÇÃO SUBORDINADA (substantiva, adjetiva ou adverbial). 


Dúvidas pelo e-mail: guilherminoatividades@gmail.com / aqui pelo blog no final da página / pelo Zap no grupo da sala.