terça-feira, 8 de setembro de 2020

Português - Professora Thiara – 8º anos A, B, C - Aula 01 (3º bimestre)

 Olá pessoal! Vamos aqui com mais uma etapa das aulas online de Língua Portuguesa! 

Vozes do Verbo

Agora que você já assistiu ao vídeo, vamos a nossa explicação para entender melhor!!


Vozes verbais ou Vozes do verbo são a forma como os verbos se apresentam na oração a fim de determinar se o sujeito pratica ou recebe a ação. Elas podem ser de três tipos: ativa, passiva ou reflexiva.

Vejamos:

                                                        a) A máquina dominará o homem.  

Nesta frase, o verbo (dominará) relaciona-se diretamente com o sujeito (A máquina), indicando com ação praticada por ele mesmo, o sujeito. Nesta frase, o sujeito agente, ou seja, aquele que pratica a ação expressa pelo verbo, por isso dizemos que o verbo está na voz ativa.

O verbo estará na voz ativa sempre que o sujeito (agente) praticar a ação.

Se o sujeito for agente, o verbo estará na voz ativa.

                 b) O homem será dominado pela máquina.  

Na frase B, a ação é representada pela locução verbal (será dominado), relacionada com o sujeito (o homem), que  recebe a ação indicada pelo verbo, sujeito paciente Por isso, dizemos que o verbo se encontra na voz passiva.

O verbo estará na voz passiva sempre que o sujeito (paciente) sofrer a ação.

Se o sujeito for paciente, o verbo estará na voz passiva.

 c) O homem feriu-se na máquina

Esta última frase, o verbo (feriu) acompanhado do pronome (se) indica que o sujeito (o homem) praticou e recebeu (ao mesmo tempo) a ação do verbo. Por isso, dizemos que a voz do verbo é reflexiva.

O verbo estará na voz reflexiva quando a ação verbal for ao mesmo tempo, praticada e sofrida pelo sujeito.

Se o sujeito for , ao mesmo tempo, agente e paciente, o verbo estará na voz reflexiva.


Vamos nos aprofundar na voz ativa que é a primeira das três vozes verbais. Os verbos sofrem flexão em número, pessoa, modo, tempo e voz. 

Características da voz ativa

A principal característica da voz ativa é que o sujeito gramatical é o agente da ação. ou seja, a ação expressa pelo verbo é praticada pelo sujeito da oração.

Eu li o livro. 
Quem leu? Eu (sujeito)
Li = verbo na voz ativa

Mariana e Pedro saíram para o trabalho.
Quem saiu? Mariana e Pedro (sujeito)
Saíram = verbo na voz ativa

A voz passiva - pode ser analítica e sintética

VOZ PASSIVA ANALÍTICA 
A voz passiva analítica ocorre quando a ação do verbo é representada por uma locução verbal, isto é, uma expressão formada por dois ou mais verbos, sendo m auxiliar (ser, estar, ficar etc.) e um verbo principal no particípio passado.
Observe:
                                              A Terra               foi invadida        pelos marcianos
sujeito           locução verbal               agente da
                                               paciente                                                passiva

Perceba que o sujeito paciente (A Terra) recebe a ação indicada pela locução verbal (foi invadida), praticada pelo agente da passiva (os marcianos).

Agente da passiva é o termo que pratica a ação do verbo que está na voz passiva.

O agente da passiva virá sempre precedido por uma preposição ou contração (por, pelo, pela, pelos, e às vezes, de). O agente da passiva poderá estar "escondido" na oração (verbo), isto é, sujeito oculto. Sabemos que, mesmo oculto, o agente praticante da ação verbal existe. 
Exemplo:

                                              Os alunos     fizeram       as lições. (voz ativa)
                                                  sujeito        verbo          objeto
                                                  agente      transitivo       direto
                                                  (ativo)        direto

                                               As lições     foram feitas. (voz passiva)
                                                 sujeito          locução 
                                               paciente         verbal
                                                passivo
Na oração que está na voz passiva, o agente da passiva (os alunos) pratica a ação, apesar de estar oculto. É importante dizer que: a voz passiva, na verdade, deve ser usada quando queremos dar maior importância ao objeto direto (ativo), que se transforma em sujeito (passivo).

VOZ PASSIVA SINTÉTICA
A voz passiva é sintética quando a ação do verbo é representada pela 3ª pessoa (singular ou plural) mais o pronome SE (pronome apassivador). (O verbo deve ser transitivo direto ou transitivo indireto)
Exemplos: 
                                                              pronome apassivador 
                                                 Elogiou-se       o seu trabalho.
                                                  verbo na         sujeito paciente
                                                  3ª pessoa singular

                                                            pronome apassivador
                                                Fazem-se             tortas de chocolate.
                                                 verbo na              sujeito paciente
                                                3ª pessoa plural

Veja que existem os sujeitos pacientes (o seu trabalho e tortas de chocolate) que sofrem a ação verbal, mas quem praticou essas ações dos verbos (elogiou e fazem) não apareceu. É importante dizer que: quando o pronome SE acompanha um verbo transitivo direto, ele é o pronome apassivador (ou partícula apassivadora). Nesse caso, sempre existirá o sujeito paciente na oração e o verbo concordará sempre com ele.
Exemplo:
                                                           pronome apassivador
                                                 Aluga-se     casa.                   (= casa é alugada)
                                                  VTD          sujeito paciente

Diferença entre a voz ativa e a voz passiva

A diferença entre a voz ativa e a voz passiva é que na voz ativa o sujeito pratica a ação expressa pelo verbo e na voz passiva o sujeito sofre a ação expressa pelo verbo.

Frase na voz ativa:
O menino comeu o iogurte.
Frase na voz passiva:
O iogurte foi comido pelo menino.

A frase na voz passiva resulta da transformação da frase na voz ativa. 

O menino (sujeito) comeu (voz ativa) o iogurte (objeto direto).
O iogurte (sujeito) foi comido (voz passiva) pelo menino (agente da passiva).

Conversão da voz ativa na voz passiva

Voz ativa: A diretora marcou uma reunião.

Na passagem da voz ativa para a voz passiva analítica:

  • O sujeito passa a ser o agente da passiva.
  • O objeto direto passa a ser o sujeito da passiva.
  • O verbo transitivo passa a ser uma locução verbal formada por um verbo auxiliar e o particípio de um verbo principal.

Voz passiva analítica: A reunião foi marcada pela diretora.

Na passagem da voz ativa para a voz passiva sintética:

  • O objeto direto passa a ser o sujeito da passiva.
  • O sujeito passa a ser a partícula apassivadora se.
  • Não há agente da passiva.

Voz passiva sintética: Marcou-se a reunião.

Contribuição retirada do site

Flávia Neves
Professora de Português

Se ainda há dúvidas vamos a mais este vídeo, assista-o com bastante atenção!!



Resumão
Vozes do verbo

Dá-se o nome de voz à forma assumida pelo verbo para indicar se o sujeito gramatical é gente ou paciente da ação. São três as vozes verbais:

a) Ativa: quando o sujeito a, isto é, pratica a ação expressa pelo verbo.

Por exemplo: Ele fez o trabalho.

b) Passiva: quando o sujeito é paciente, recebendo a ação expressa pelo verbo.

Por exemplo: O trabalho foi feito por ele.

c) Reflexivo: quando o sujeito é ao mesmo tempo agente e paciente, isto é, pratica e recebe a ação.

Por exemplo: O menino feriu-se. 

                     Os lutadores feriam-se. (um ao outro)


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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Português - Professora Thiara – 9º ano B - Aula 01 (3º bimestre)

Pessoal, chegamos ao 3 bimestre!! Iniciamos esse bimestre falando sobre Período Simples e Composto!! 
Vamos lá...


Tipos de Período
Quando um período tem mais de uma oração, chama-se período simples (oração absoluta, única). Quando o período tem mais de uma oração, chama-se período composto. O período composto pode ser dividido em orações coordenadas ou subordinadas. Mas o que é mesmo um período?? Período é o mesmo que uma oração, que vai da letra maiúscula até o ponto. Exemplo:

Vamos ao shopping? (Um verbo, uma oração, portanto é um período simples)

Comi pão de queijo no café da manhã e bebi suco natural.  (Dois verbos, duas orações, porém são independentes, portanto um período composto)

VAMOS DO COMEÇO PARA RELEMBRAR DE UMA FORMA MAIS CLARA!

A frase que contém um verbo chamamos de oração, que pode ou não ter um sentido completo.Veja: 

"Entre uma frase e uma oração, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito de nos torturar com um aposto."

Temos aí uma frase com três orações que, consideradas isoladamente, perdem o sentido, sabemos o número de orações pelo número de verbos, sendo assim a frase acima é considerado um período (perceba que vai da letra maiúscula até o ponto).
O período pode ser simples ou composto.

O período simples quando apresenta apenas uma oração: 
           "Um dia, passarei horas com meus livros." (apenas um verbo; logo, uma única oração)

O período composto quando apresenta mais de ma oração:
            "Tomei uma decisão importante: não assinarei mais meu nome todo em suas atas." (dois verbos; duas orações)

PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO

O período composto por coordenação são orações independentes entre si, ou seja, uma não depende da outra para ter sentido. Vejamos:
Estive em Minas Gerais e visitei Ouro Preto. (Dois verbos, duas orações, porém independentes: Estive em Minas Gerais. Visitei Ouro Preto." São, portanto, coordenadas.)

ORAÇÕES COORDENADAS ASSINDÉTICAS
As orações coordenadas podem vir ligadas ou não por uma conjunção. Quando vêm separadas apenas por vírgula, são chamadas de coordenadas assindéticas. Exemplo:

O homem chegou, arrumou as malas e partiu.
Temos três verbos; portanto, três orações. AS duas primeiras são coordenadas assindéticas, pois não apresentam conjunção. A terceira ("e partiu") é coordenada sindética, pois tem a conjunção aditiva e.

ORAÇÕES COORDENADAS SINDÉTICAS
Existem 5 tipos de oração coordenada sindética, como veremos a seguir.

Oração coordenada sindética aditiva
O nome aditiva se deve ao fato de ela relacionar-se à adição, à soma de uma ideia a outra. Esse tipo de oração é introduzido geralmente pelas seguintes conjunções: e, nem, também, não só... mas também, como também. Exemplo:
Na última férias, não fui ao campo nem matei saudade da praia. (a parte vermelha = oração coordenada sindética aditiva)

Oração coordenada sindética adversativa
Quando falamos em adversidade, estamos nos referindo a algo que era esperado e não aconteceu. As conjunções adversativas mais comuns são: mas, porém, todavia, contudo, no entanto, entretanto. Exemplo:
Eu ia fazer meu trabalho à noite, mas faltou luz. (a parte vermelha= oração coordenada sindética adversativa)

Oração coordenada sindética alternativa
Como o próprio nome diz, essas orações indicam escolha ou alternância. As principais conjunções são: ou, ou... ou, ora... ora, já... já, quer... quer. Exemplos:
Ou você lê as mensagens ou assiste tevê. (orações coordenadas sindéticas alternativas)

Oração coordenada sindética explicativa
Essa oração explica um fato ocorrido ou que ainda poderá ocorrer. As principais conjunções explicativas são: pois (antes do verbo), porque, que. Exemplo:
Não me telefone, pois não estarei em casa. (a parte vermelha = oração coordenada sindética explicativa)

Oração coordenada sindética conclusiva
Esse tipo de oração encerra, ideia de conclusão ou consequência, as principais conjunções conclusivas são: logo, pois (depois do verbo), portanto, por isso, assim. Exemplo: 
Não temos chuva; logo, a terra está seca. (a parte vermelha = oração coordenada sindética conclusiva)



PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO

O período composto por subordinação são orações dependentes uma da outra, ou seja, uma depende da outra para ter sentido completo. Vejamos:
Estamos entendo o conteúdo mas é muito longo. (dois verbos, duas orações, mas a segunda depende da primeira para ter sentido completo, sempre ligadas por uma conjunção subordinativa)
De acordo com a função que exercem na frase, as orações subordinadas dividem-se em: substantivas, adjetivas e adverbiais.



ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS

As orações subordinadas substantivas têm esse nome justamente por desempenharem a função de substantivo, que podem ser: sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicativo, aposto.
Quando fizer a análise, use o mesmo processo do período simples e imagine que esses termos da oração podem estar presentes, mas contendo um verbo em seu interior. Exemplos:
 (sujeito =)O estudo é necessário. 
É necessário que eu estude. (sujeito com verbo = oração)
Vamos, então, ver que nomes recebem esses termos quando formam oração, normalmente introduzidas pelas conjunções integrantes que ou se.

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA SUBJETIVA
A oração subordinada substantiva subjetiva é, na verdade, o sujeito que contém um verbo, ou seja, é a que funciona como sujeito de outra oração. Vamos retomar a frase: 
(Oração principal =) É necessário que eu estude. (=oração subordinada substantiva subjetiva)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OBJETIVA DIRETA
A oração subordinada substantiva objetiva direta é o objeto direto que contém um verbo, ou seja, é aquela qe funciona como objeto direto do verba da oração principal. Exemplo:
(Oração Principal =) Vejo que as coisas não andam muito bem no país. (= oração subordinada substantiva objetiva direta)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OBJETIVA INDIRETA
A oração subordinada substantiva objetiva indireta é a que funciona como objeto indireto do verbo da oração principal, antes das conjunções integrantes que ou se sempre haverá uma preposição. Exemplo:
(Oração Principal =) Esqueci-me de que você faria aniversário hoje. (= oração subordinada substantiva objetiva indireta, observe que antes da conjunção que há a preposição de)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA COMPLETIVA NOMINAL
A oração subordinada substantiva completiva nominal é a que funciona como complemento nominal de um termo de outra oração. 
(Oração principal =) Tenho esperança de que os jovens superem os erros dos adultos. (= oração subordinada substantiva completiva nominal)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA PREDICATIVA
A oração subordinada substantiva predicativa funciona como predicativo do sujeito do verbo da oração principal, ou seja, uma qualidade do sujeito que está na oração principal. Exemplos:
(Oração principal =) O objetivo da festa era que todos se divertissem. (= oração subordinada substantiva predicativa)

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA APOSITIVA
A oração subordinada substantiva apositiva é aquela que exerce a função de aposto de um termo de outra oração. Assim como o aposto, a O S S Apositiva vem geralmente após dois pontos. Exemplo: 
(Oração Principal =) Sobre o governo só digo uma coisa: que até hoje não acreditei em nenhum. (= oração subordinada substantiva apositiva) 



ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS

Assim como temos as orações que desempenham funções próprias dos substantivos, temos aquelas que funcionam como adjetivos. Exemplos:

Este é um filme que comove. (= oração adjetiva)
Como você pode observar, a oração adjetiva é nada mais que um adjetivo que contém um verbo. Esse tipo de oração é sempre introduzido por um pronome relativo, que são: que, o qual, quem, onde, cujo (e suas variações de gênero e número)

Existem apenas dois tipos de oração subordinada adjetiva: restritiva e a explicativa.
 
ORAÇÃO SUBORDINADA RESTRITIVA
Observe: 
              A família que trabalha unida permanece unida.
 oração subordinada  
adjetiva restritiva
Se tirarmos da frase a oração subordinada adjetiva restritiva, estaremos afirmando que toda e qualquer família permanece unida, quando a intenção é restringir, limitar o sentido: é apenas que trabalha unida.
Portanto, a oração subordinada adjetiva restritiva é aquela que restringe, limita o sentido do termo que modifica.

ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA EXPLICATIVA
A oração subordinada adjetiva explicativa, diferentemente da restritiva, não é indispensável ao significado da frase e vem sempre separada por vírgula. Exemplo:
                     Os indígenas, que foram tão enganados, praticamente se extinguiram.
oração subordinada 
adjetiva restritiva
Vejam bem, se tirarmos a oração subordinada adjetiva explicativa, a frase continuará verdadeira, portanto, a oração subordinada adjetiva explicativa é aquela que apresenta um esclarecimento ou chama a atenção para determinada característica do termo a que se refere.



ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS


Vamos estudar as orações que desempenham o papel de advérbio. Exemplo:

Quando chegar o ônibus das duas, eu já estarei longe.
oração subordinada adverbial                             
Nesse caso, a subordinada adverbial representa a ideia de tempo e é, por isso, chamada de subordinada adverbial temporal.
Apesar de mais simples, essas orações são em maior número e podem ser introduzidas por diversas conjunções. Vejamos:

NOME

PRINCIPAIS CONJUNÇÕES

IDEIA

EXEMPLO

Catusal

Porque, porquanto, pois que, já que, visto que

causa

Já que você insiste, pode partir.

Comparativa

Tal... qual, tanto... quanto, menos que, assim como, bem como, como se, que nem

Comparação

Você fala como um papagaio. (geralmente não há necessidade de repetir o verbo)

Concessiva

Embora, conquanto, ainda que, mesmo que, posto que, se bem que, por mais que, apesar de que, nem qe

Concessão, condescendência

Embora estivesse resfriado tomou sorvete.

Condicional

Se, caso, salvo se, a menos que, desde que, a não ser que, contato que

Condição

Se não chover logo, faltará água.

Conformativa

Conforme, segundo, consoante

Conformidade

Segundo me disseram, o professor de português faltou.

Consecutiva

Tal... que, tanto... que, de forma que, de modo que, de sorte que

Consequência

Já escrevi tanto que estou com o braço doendo.

Final

Para que, a fim de que

Finalidade

Estude para que não repita de ano.

Proporcional

À proporção que, à medida que, quanto mais... mais, quanto menos... tanto mais

Proporção

Quanto mais eu falo, menos você ouve.

Temporal

Quando, antes que, até que, logo que, assim que, desde que, depois que

Tempo

Desde que cheguei aqui, nunca mais choveu.



É IMPORTANTE RESSALTAR QUE OS PERÍODOS COMPOSTOS TERÃO SEMPRE A ORAÇÃO PRINCIPAL E A OUTRA QUE SERÁ INTRODUZIDA POR UMA CONJUNÇÃO CHAMAREMOS DE ORAÇÃO SUBORDINADA (substantiva, adjetiva ou adverbial). 


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terça-feira, 18 de agosto de 2020

História - Professora Anne - 6 ano B C - Aula 02 (3 bimestre)

Bom dia amadinhos !!!! ... Seguimos então no 3 bimestre ... 


Na aula anterior falamos sobre a Grécia e a Sua Democracia, mas não foi somente esta civilização ocidental que colaborou com o enriquecimento de sociedade, politica e economia que conhecemos hoje me dia, Roma na Italia também teve a sua colaboração e é isso que iremos ver na aula dessa semana!!


Enquanto na Grécia surge a Democracia em  Roma surge o conceito de Direito, leis e Justiça. Roma foi fundada pelos Etruscos por volta do ano 600 a.C foi uma epoca de muita prosperação para o povo que vivia ali. Nessa época Roma é um conjunto de cidades que estavam em constante transformação através do comércio, prestações de serviços e mudanças na estrutura da localização fazendo com que as cidades ficassem cercadas por grandes muralhas. O tempo foi passando e as cidades começaram a se unir até virar o que conhecemos por Roma, uma monarquia foi estabelecida ali e assim começa a nossa História do povo romano para conseguirmos entender de onde surgiu as leis, o direito, a constituição de sociedade e etc. Assista a Vídeo aula com detalhes sobre esse povo que contribuiu para a base da nossa sociedade ... 

Se liga no Vocabulário: 

Etruscos: Povo de comerciantes e navegadores que vivia ao norte de Roma; 

Patrono: Chefe da Família que devia proteger e auxiliar o cliente em troca de apoio e da lealdade dele recebida. 

Patrícios: Eram os nobres romanos, donos de muitas terras e de gado e os únicos a possuir direitos políticos. 

Plebeus: Formavam a maior pate da população e trabalhavam como pequenos agricultores, artesãos ou mercadores. Não tinham direito de participar do governo da cidade e podiam ser escravizados por dividas. 

Clientes: Eram servidores ou protegidos do chefe de uma família com grande poder e prestigio; este chefe era chamado de Patrono. quantos mais patronos possuísse maior prestigio social e politico. 

Escravizados: Prisioneiros de guerra, pessoas que não conseguiam saldar suas dividas ou que tinham sido condenadas pela justiça. 

República:  A palavra vem do Latim , res publica, isto é, coisa pública. 

Cônsules: Havia dois cônsules, um deles comendava o exercito e outro presidia o Senado e Administrava a cidade. 

Pretores: Eram responsáveis pela aplicação da justiça. 

Questores: Cuidavam da arrecadação de impostos e das despesas públicas. 

Edis: Eram os responsáveis pelo policiamento, pelo abastecimento, pela conservação das ruas e pela organização dos espetáculos públicos. 

Censores: Faziam a contagem da população, classificando as pessoas de acordo com as posses. 

Ditador: Governava Roma com plenos poderes por um período de seis meses, em caso de grave ameaça á República (guerras por exemplo) era eleito pelo senado. 

Senado: Eram formado por 300 membros vitalícios ou seja, para a vida toda, todos eram patrícios e duas funções eram controlar o tesouro publico e propor a guerra ou a paz. 

Assembleias de Tribos: Reunião dos cidadãos conforme o local de residencia ou de origem. 

Assembleia da plebe: Composta apenas por plebeus, votavam apenas assuntos de interesse da plebe. 

Assembleia Centuriata: Reunião dos cidadãos em centúrias (unidade do exercito) segundo o grau de riqueza, votava as declarações de guerra, os acordos de paz e elegia os cônsules. 

Leis Licínias - Séxtias: Essas leis tem nome de seus autores, os tribunos da plebe Licínio Estolão e Lúcio Séxtio. 

Cartago: Colônia fundada pelos fenícios no norte da Africa que se projetou através do comércio marítimo. 

Província: Território conquistado fora da península Itálica e que devia pagar impostos a Roma. 

Gália: Região onde aproximadamente estão hoje a França e a Bélgica. 

Cavaleiros: O nome deriva do fato de pertencerem á cavalaria. Somente os ricos podiam ser cavaleiros, pois a cavalaria exigia dos seus integrantes armas e equipamentos caros. 

Gladiador: Escravo ou prisioneiro que lutava contra outros homens e / ou feras nos anfiteatros romanos. 

Reforma Agraria: Conjunto de medidas que busca tornar a posse e o uso da terra acessíveis a um maior número de pessoas ou famílias. 

O IMPÉRIO ROMANO: 

Roma começa como uma Monarquia que dura pouco tempo devido aos devaneios de um poder absoluto que não cuidava da população apenas de si próprios (nobreza) e depois quando passa ser República, muitos direitos são tirados da população mais pobre (plebeus) com taxas de impostos cada vez mais altas e uma nobreza divida em 27 a.C Roma deixou de ser República pra ser Império, Otávio Augusto e seus soldados conseguiram vencer a Republica de Marco Antônio. Agora na condição de Imperador ele podia criar e vetar leis e assim as fez: 

1 - definiu limites para o império e enviou tropas para protege-lo 

2 - distribuiu terras aos soldados e trigo a plebe. 

3 - deu a administração de algumas províncias a senadores; 

4- Modernizou a cidade de Roma que tinha na época cerca de 1 milhão de habitantes e agora passaram a ter um prefeito também. 

o Império Romano viveu assim na PAX ROMANA cerca de quase 200 anos, e durante esse tempo a modernização foi prioridade do Império. tanto que hoje temos como contribuição dessa época o Direito, a Língua (que é umas das derivações do latim), engenharia com suas grandes pontes e dutos.

ATIVIDADE 1 - Leia com Atenção e responda no Caderno as atividades ... 




ATIVIDADE 2 - Leiam atentamente sobre o Direito em Roma e respondam as questões!


ATIVIDADE 3 - Atividade Extra de interpretação textual. 


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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

História - Professora Anne - 7 ano A B C - Aula 02 (3 bimestre)

 Bom diaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa Pandinhas !!!! Foffissimos !!!! Prontos para voltar as atividades ?????"!!!!!!!!!! Então vamos lá ...

Na aula anterior a muito muito tempo atrás ... hehehehe ... recomendo que você recordem a aula 1 !!! começamos falando sobre o processo de colonização do Brasil, a principio a mão de obra utilizada foi a indígena, mas após tantos massacres / combates por ganancia dos Portugueses em quererem desbravar as terras Tupiniquins e tirar dela todo o ouro e material precioso que tinham a mão de obra teve de ser substituída. Nesse momento os europeus já conheciam o território africano e não conseguiam compreender a cultura e estilo de vida dos africanos os considerando inferiores a toda a corte e nobreza dos europeus que eram cheios de protocolos sendo assim começou um processo de "posse de vidas" os europeus se sentiam no direito como colonizadores de países africanos de fazer o que quisessem com aquele povo de pele escura e com costumes muito diferentes dos deles, assim começava o processo de tráfico de negros. Homens fortes, Mulheres lindas eram trazidos as terras tupiniquins como se fosse qualquer coisa que a gente compra no mercado joga de qualquer jeito na sacola e quando chega em casa encosta em qualquer lugar. E por esse tipo de comportamento temos hoje uma massa de preconceito com os Ser Humanos de pele negra, eles ganham menos, são marginalizados pelas pessoas, se utilizando do tom de pele deles para fazer piadas de mal gosto e pra conseguir vencer na vida é uma luta contra gigantes. Se Liga na Aulinha .... 



ATIVIDADE 1 - Após ler o texto introdutório e assistir ao vídeo vamos fazer uma atividade de reflexão:



Já refletimos um pouquinho sobre como um Negro Africano se sentia cada vez que era reduzido a qualquer coisa pelos brancos europeus, com esse sentimento vamos refletir sobre o Movimento de Resistência dos Negros Africanos no Brasil. 


ATIVIDADE 2 - Agora que você conhece a história de resistência dos Negros, faça uma pesquisa de como anda essa resistência, o que mudou ao longo do tempo? Os negros não resistem mais ou não existe um movimento de resistência? Após a pesquisa monte um rap com as informações que você adquiriu e registre no caderno. (segue abaixo um exemplo de rap de resistência negra)



ATIVIDADE 3 - Leia o texto com a atenção e responda no caderno as atividades, somente respostas no caderno. 


ATIVIDADE 4 - Analisem a tabela com atenção e respondam as atividades no caderno. 





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História - Professora Anne - 8 ano A - Aula 01 (3 bimestre)

Queridos e Queridas chegamos ao 3 bimestre!! 
e pra dar inicio a esse bimestre continuamos na mesma linha de raciocínio que é a História do Brasil ... ao longo de dois bimestres pudemos ver o que estava acontecendo em termos de politica e economia na Europa e quais os reflexos disso para nós, pois bem é chegada a hora de falar da Independência do Brasil. 


O Estado da Bahia teve grande participação nesse processo, para que possamos conhecer um pouquinho mais, antes de começarmos o resumão, vamos exercitar a interpretação textual respondendo as questões abaixo, lembrando que as questões devem ser lidas com ATENÇÃO para que vocês possam responde-las de maneira correta. 

Como puderam perceber a Independência do Brasil foi algo muito sério na Bahia, nessa época o Brasil estava dividido em grupos que apoiavam Dom Pedro I e grupos que não apoiavam e queria imediatamente a independência do Brasil, influenciados por todos os processos de independência sofridos na América o Brasil o maior país da América Latina já estava mais do que na hora de parar de sustentar a Metrópole Portugal. Províncias como Bahia, Grão Pará, Piaui, Maranhão entraram em guerra por causa da independência, eles queria autonomia e não um Imperador. O preço dessa independência foi muito caro para o Brasil que teve que assumir a divida de Portugal com a Inglaterra, que enxergou no Brasil um potencial de "exploração autorizada", como tínhamos que pagar a divida de Portugal os ingleses se acharam no direito de desembarcar por aqui e ver o que podiam lucrar em nome do pagamento da divida, embora fosse uma forma de também explorar o Brasil como Portugal fez foi nessa época já tardiamente que o Brasil começou a entender o que era tecnologia. Agora vamos ouvir os detalhes dessa história se liga na Vídeo Aula segue a linha _________________________________

Aula 1 - Processo de Independência !!! Assistam meus filhos que o negócio é complicado de entender não é pra ir direto pra atividade querendo encurtar o caminho heeeeeemmmmmmmmmm !!!! To de Olho !! 


Aula 2 - Primeiro Reinado A PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO DO BRASIL EM 1823 ... DEPOIIIIIIIIISSSSSSSSSS de assistir o final do processo de independência do Brasil, ai SIIIIMMMMMMMMM é pra fazer as atividades Pandinhas !!! 


Aula 3 - Primeiro Reinado - Guerra Cisplatina e Confederação do Equador !! Enfim chegamos ao fim ? Nãoooooooooooooo ... tem mais uma Vídeo Aula !!! Para DEPOIIIIIIIISSSSSS fazer as atividades !! 


Aula 4 - Primeiro Reinado - A Addicação de Dom Pedro I - Enfim é o Fimmmmmmm !!! Assistu neh meu filho TODAAAAAAAAAAS as vídeo aulas !!! agora sim vamos fazer as atividade. Mais uma vez se você não assistiu a Vídeo Aula nem tenta fazer atividade voltaaaaaaaaaa e vai assistir !!! 


Aiiinnnn Professoraaaaaaaaaaaaa que preguiça de assistir tudo isso, Afeeeeeee porque tem que assistir tudo isso? Professoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ajuda noiz !! 

Tudo preguiçoso vocês viu!!!! Mas ta bom neh ... eu sei que tem gente que vai querer fazer as atividades sem assistir as Vídeos ... vou Facilitar segue o Pontoooooo ...............................................


Agora para de chorar e vai fazer a ativiDADEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!


ATIVIDADE 1 - LEIA ATENTAMENTE OS ENUNCIADOS E RESPONDA AS QUESTÕES NO CADERNO. 



ATIVIDADE DE INTERPRETAÇÃO E LEITURA: LEIA O TEXTO ATENTAMENTE E RESPONDA AS QUESTÕES REFERENTES A ELE NO CADERNO. 


Dúvidas pelo e-mail: guilherminoatividades@gmail.com / aqui pelo blog no final da página / pelo Zap no grupo da sala. 

História - Professora Anne - 7 ano A B C - Aula 01 (3 bimestre)

BOMMM DIA AMIGUINHOS ... !!! 

3 BIMESTRE COMEÇANDO .... E PRA COMEÇAR VAMOS FALAR DE HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL ... ou de forma mais chique a Colonização da América portuguesa ... !!!

Galerinha o tema cheio de detalhes que se vocês perderem um não consegue fazer as atividades ... então concentração pra fazer essa aula. 


Quando os portugueses perceberam que poderiam perder o seu território para o espanhóis, logo trataram começar o processo de colonização e demarcação das terras brasileiras e assim enviaram em 1500 uma comitiva de barco para o Brasil liderados por Pedro Alvares Cabral com o objetivo de demarcar o maior numero possível de equitar de terra e assim o Brasil se tornou mais tarde o maior país da América Latina.Observe o Mapa da imagem e responda as questões de acordo com o seu conhecimento prévio sobre a história do Brasil. 


Após a reflexão da imagem acima, podemos afirmar que a relação dos índios com o portugueses foi pacifica? Apesar de um momento romântico da chegada dos portugueses no Brasil, esse momento foi marcado por brigas entre Portugueses e Holandeses e Espanhóis, depois fuga de índios, escravidão indígenas, obrigação da população indígena a negar suas crenças religiosas e se converterem ao cristianismo, sem contar o "roubo" de ouro, prata, pedras preciosas, pau brasil, especiarias: cravo, canela, seda tudo enviado para a metrópole Portugal enquanto o "Brasil" ficava com uma mão na frente e outra atras. 

Agora que a gente já tem uma ideia do que aconteceu naquela época, vamos assistir a Vídeo Aula para conseguir desenvolver as atividades. 


OBS: apesar do vídeo ser uma aula para o ensino médio o conteúdo é o mesmo e muito fácil de entender!!

Professora não entendi o Vídeo, complicou minha vida ... Então segue a linha ____________________________________ 


Agora segue o ponto do Resumão ..............................................................................................................

Durante o período pré-colonial (1500 a 1530) a presença constante de outros europeus no litoral brasileiro, também interessados em explorar o comércio do pau-brasil, começou a preocupar a Coroa portuguesa. No Oriente, o lucrativo comércio de especiarias começou a diminuir. Diante disso, o rei português, D. João III, decidiu colonizar as terras brasileiras.

O Tratado de Tordesilhas – Antes mesmo de Pedro Álvares Cabral chegar por aqui, praticamente dez anos antes, portugueses e espanhóis já tinham feito “a partilha” das terras que viessem a ser descobertas na América do Sul.Na prática, mesmo antes de Cabral chegar ao Brasil, Portugal e Espanha tinha ‘dividido’ o novo continente com o Tratado de Tordesilhas, firmado em 1492, dois anos após Cristóvão Colombo chegar à América do Norte.Pelo acordo, ao Leste de uma linha imaginária distante 370 léguas de Cabo Verde as novas terras seriam de Portugal. A Oeste, da Espanha. O Brasil, pelo Tratado de Tordesilhas, acabaria na linha que liga o município de Laguna, em Santa Catarina. Como a linha era “imaginária”, desde o início da colonização havia uma tensão no ar entre os colonizadores portugueses e espanhóis para dominar a América do Sul.

A Colonização Portuguesa no Brasil – Para dar início à colonização das terras brasileiras, o rei português enviou para cá a expedição de Martim Afonso de Souza. Em 1531, o grupo chegou ao Brasil e permaneceu por três anos. Martim Afonso  e seus homens tinham o objetivo de combater os franceses que exploravam o pau-brasil na costa e criar núcleos de povoamento. Em 1532 Portugal fundou a primeira vila portuguesa em terras brasileiras: São Vicente 

As Capitanias Hereditárias

A forma de ocupação inicial deterinada pelos portugueses foi dividir a fração que cabia à Coroa de Portugal em linhas horizontais, perpendiculares à linha imaginária do Tratado de Tordesilhas. Assim, o Brasil daquela época foi ‘fatiado’ em Capitanias Hereditárias. Veja na imagem  que o limite a Oeste das Capitanias Hereditárias era a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas:As capitanias se estendiam, portanto, do litoral até a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas. Os donatários, escolhidos pelo rei podiam passar a seus herdeiros o controle sobre as terras que administravam (daí o nome capitanias hereditárias).  

Veja a lista das 13 Capitanias, ordenadas do Norte para o Sul:

  1. Capitania do Maranhão
  2. Capitania do Ceará
  3. Capitania do Rio Grande
  4. Capitania de Itamaracá
  5. Capitania de Pernambuco
  6. Capitania da Baía de Todos os Santos
  7. Capitania de Ilhéus
  8. Capitania de Porto Seguro
  9. Capitania do Espírito Santo
  10. Capitania de São Tomé
  11. Capitania de São Vicente
  12. Capitania de Santo Amaro
  13. Capitania de Santana
OBS: Entatedam que quando usamos o termo Capitania, mais tarde passou a ser estados.

O Fracasso das Capitanias Hereditárias

Apesar dos esforços para colonizar o Brasil, a maioria das capitanias hereditárias fracassou. Então, em 1548, a Coroa portuguesa decidiu criar o governo-geral: um centro político que tinha como objetivo administrar toda a América portuguesa. Tomé de Souza foi o primeiro governador-geral do Brasil.

Já assistimos a aula e já lemos o resumão agora vamos exercitar o que conseguimos aprender sobre a estruturação da história do nosso país. 

FONTE: https://blogdoenem.com.br/colonizacao-da-america-portuguesa/

ATIVIDADE 1 - RESPONDA NO CADERNO DE ACORDO COM O QUE PEDE O ENUNCIADO DA QUESTÃO 1 - 2 E 8 APENAS. 

ATIVIDADE DE INTERPRETAÇÃO E LEITURA - LEIAM OS TEXTOS ATENTAMENTE E DEPOIS RESPONSAM AS QUESTÕES AO FINAL. 

TEXTO 1 

TEXTO 2
Dúvidas pelo e-mail: guilherminoatividades@gmail.com / aqui pelo blog no final da página / pelo Zap no grupo da sala. 

História - Professora Anne - 6 ano B C - Aula 01 (3 bimestre)

Bom diaaaaaaaaa Pandinhaaaassssss !!!!! 

Começamos o terceiro bimestre e quem diria que chegaríamos até aqui, maaaaaaassss camarão que dorme a onda leva, então bora acordar e quem não fez nada até agora correeeeeeeeeeeeeeee, porque a onda esta te carregando!!!

Nós já falamos da construção do tempo, do trabalho do historiador, da pré historia, do Egito, da Mesopotâmia e como essas civilizações contribuíram para a formação do nosso mundo atual, agora nesse bimestre vamos sair da Asia e Africa e caminhar direto pra Europa o velho continente ... Nessa aula então falaremos sobre o Mundo Grego (Grécia) e a Democracia, sabiam que conceito de democracia que usamo até hoje foi criado la ? Então bora entender esse trem ... 


Antes de conversamos sobre o tema. observem a imagem e respondam as questões de acordo com aquilo que estão observando. 


Acho que já da pra entender um pouco do que é Democracia neh?! agora vamos conhecer através do vídeo um pouco sobre a história da Grécia e qual a sua relação com o mundo!!




Resumão: Grécia Antiga é a época da história grega que se estende do século XX ao século IV a.C. Quando falamos em Grécia Antiga não estamos nos referindo a um país unificado e sim num conjunto de cidades que compartilhavam a língua, costumes e algumas leis. Muitas delas eram até inimigas entre si como foi o caso de Atenas e Esparta.

A história da Grécia então é divida em quatro períodos sendo eles: 
  • Pré-Homérico (séculos XX - XII a.C.) = Formação da Grécia 
  • Homérico (séculos XII - VIII a.C.) = Retrocesso na politica e economia devido as invasões dos dórios. 
  • Arcaico (séculos VIII - VI a.C.) = O Período Arcaico se inicia com a decadência da comunidade gentílica. Nesse momento, os aristocratas resolvem se unir criando as frátrias (irmandades formadas por indivíduos de vários genos). que vai dar origem também as polis que são as cidades-estados.
  • Clássico (séculos V - IV a.C.)   = Foi marcado pela guerras entre as cidades gregas e os persas, que ameaçavam o comércio e a segurança das pólis.O período da hegemonia ateniense coincidiu com a prosperidade econômica e o esplendor cultural de Atenas. Nesta época, a filosofia, o teatro, a escultura e a arquitetura atingiram sua maior grandeza.
Mas e a DEMOCRACIA ?? Segue a linha _______________________________________

Democracia Ateniense foi um regime político criado e adotado em Atenas, no período da Grécia Antiga. Ela foi essencial para a organização política das cidades-estados grega, sendo o primeiro governo democrático da história. O termo “Democracia” é formado pelo radical grego “demo” (povo) e de “kratia” (poder), que significa “poder do povo”.

E como era antes e como é agora ... segue o ponto .............................................................

A democracia ateniense foi um modelo político que fora copiado por várias sociedades antigas, e que influencia até hoje o conceito de democracia no mundo.  No entanto, a democracia atual é um modelo mais avançado e moderno da democracia ateniense, em que todos os cidadãos (maiores de 16 ou 18 anos), inclusive mulheres, podem votar e aceder a cargos públicos, sem que seja excludente e limitada. Além disso, na democracia ateniense, os cidadãos tinham uma participação direta na aprovação das leis e nos órgãos políticos da polis, enquanto na democracia atual (democracia representativa) os cidadãos elegem um representante.

AGORA VAMOS ENTENDER NA PRATICA ... ....   ASSISTA A VÍDEO AULA E RESPONSA A TABELA. 


ASSISTIU O VÍDEO ... AGORA SE LIGA NA ATIVIDADE ... 

ATIVIDADE DE INTERPRETAÇÃO 


Dúvidas pelo e-mail: guilherminoatividades@gmail.com / aqui pelo blog no final da página / pelo Zap no grupo da sala.